Notícias Científicas

Congresso da American Association of Endodontists 2018

Por CDT Software

Durante o Congresso da American Association of Endodontists 2018, em Denver, os doutores Amjad Ansari e Shoaib Siddiqui (residentes do departamento de endodôntia da Universidade de Louisville), sob a orientação Prof. Dr. Bruno Azevedo, apresentaram suas pesquisas sobre o uso de filtros inovadores para o melhoramento de imagens de tomografia TCFC com o software e-Vol DX, para melhor visualizar a morfologia do canal. Os dez primeiros finalistas receberam um prêmio $ 1.000,00,  cortesia da Dentsply Sirona, e este trabalho representando a Universidade de Louisville, terminou em terceiro lugar entre centenas de trabalhos vindos de várias universidades dos Estados Unidos e do mundo. A  pesquisa “Presença do Canal Mesial Médio com Orifício Independente e Forame Apical em Molares Mandibulares Utilizando Imagem de TCFC”, teve a intenção de demonstrar a complexidade do sistema de canais radiculares associado à raiz mesial dos molares inferiores, usando a tomografia computadorizada de feixe cônico de alta resolução. Como a navegação de volumes pequenos adquiridos em diferentes tomógrafos podem ser desafiadores -  devido à artefatos de ruído, endurecimento de feixe (Beam Hardening) e contraste - precisávamos de um software que pudesse melhorar nossas imagens e que fosse fácil de usar. O software e-Vol  DX foi a melhor escolha. “Esse programa foi fundamental para nos permitir visualizar estruturas anatômicas muito delicadas e mapear melhor a morfologia complexa do sistema de canais dos molares madibulares”, disse o Prof. Dr. Bruno Azevedo, Diplamate American Diplomate Board of Oral and Radiology Maxilofacial e Diretor de Radiologia e Imaging Sciences da Faculdade de Odontologia da Universidade Louisville (EUA). “Ficou claro que poderíamos melhorar nossas imagens usando filtros de renderização 3D e de remoção de ruído presentes no inovador software e-Vol DX”, disse o Dr. Amjad Ansari. Estruturas anatômicas que não eram visíveis no software de TCFC nativo, foram facilmente percebidas quando reconstruídas com o e-Vol DX. É importante lembrar que mesmo os exames de alta resolução têm limitações durante a navegação do volume, especialmente se você precisar visualizar estruturas anatômicas dentárias complexas. A morfologia complexa do canal radicular é uma das causas de falha do tratamento endodôntico e a visualização do sistema de canais radiculares pode levar a melhores resultados clínicos. Estudos anteriores descobriram a ocorrência entre 0,26-46% de um canal mesial médio (MMC). E também foi relatado que um istmo está presente em 55% das raízes mesiais dos dentes molares inferiores e canais confluentes; unindo um dos canais mesiais em até 78,5% dos casos. Faltam pesquisas sobre a prevalência de um MMC independente com uma configuração Vertucci tipo VIII. Nossa pesquisa encontrou uma presença de 0,28% do verdadeiro canal médio mesial entre mais de 1.200 exames.  

Dr. Amjad Ansari, um dos autores do artigo, e o Prof. Dr. Bruno Azevedo, que orientou a pesquisa

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Gestão de Alta Performance

Conheça o Canvas e destaque-se no mercado!

Por CDT Software

Business Model Canvas, como é originalmente intitulado, é um método de planejamento estratégico, desenvolvido em meados dos anos 2000 pelo Suíço Alex Osterwalder em sua tese de doutorado.  Consiste em uma forma prática de visualizar seu centro de radiologia ou estruturar um novo negócio em apenas um quadro. Trata-se de um mapa visual elaborado para perceber se cada um dos pilares de sua clínica está tendo a devida atenção. Dessa forma você terá a possibilidade aperfeiçoar os seus processos administrativos ou estruturar um novo modelo de gestão.  Conheça os nove pilares do Canvas:  segmentos de clientes; proposta de valor; canais; relacionamento com os clientes; fontes de receitas; recursos principais; atividades chaves; principais parcerias; Estrutura de custos Com esta metodologia, você terá clareza sobre qual a oferta de valor, quais benefícios oferecer para seus pacientes, como entregar estes benefícios e gerar receita com isso. Deste modo, é possível compreender melhor o funcionamento de sua clínica e a necessidade do mercado em que se propõe atuar. Além disso, com a visão completa da gestão, você poderá segmentar o perfil de seus pacientes/clientes e definir estrategicamente como deve ser o relacionamento com ele. É um método muito utilizado em diversos segmentos e hoje existem soluções tecnológicas com automatização desta ferramenta, o que facilita a implementação e potencializa ainda mais os seus resultados. Saiba mais sobre o Canvas aqui.   

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e-Vol DX na JOE

A utilização do e-Vol DX é reconhecida em artigo publicado na Revista JOE, tida como a principal publicação internacional sobre endodontia. 

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Glosas: a saída está na boa gestão

Confira algumas dicas de como contornar esse problema, muito comum na área odontológica, e manter a saúde financeira do centro radiológico. 

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Congresso da American Association of Endodontists 2018

Trabalho sobre melhoramento de imagens de tomografias TCFC com o uso dos filtros do e-Vol DX é premiado. 

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Artigo | Interpretação tomográfica de TCFC: a importância dos achados acidentais

A tomografia computadorizada por feixe cônico (TCFC) tornou-se uma das ferramentas mais importantes no espectro de imagens diagnósticas em odontologia. 

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Conhece o Canvas? Saiba como ele pode tornar a sua gestão mais eficiente

Business Model Canvas, como originalmente é intitulado, é um método de planejamento estratégico para estruturar o negócio levando levando em consideração nove pilares. 

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Gestão de Alta Performance

Glosas: a saída está na boa gestão!

O problema, bastante comum, compromete a saúde financeira de centros radiológicos. Faça da tecnologia uma aliada!

Por CDT Software

Dentro da rotina de centros de radiologia odontológica, a glosa é um dos problemas que mais preocupa gestores e administradores. E não é para menos! O termo indica quando um serviço prestado não é faturado pela operadora do convênio de saúde. O que pode parecer simples, no dia a dia da gestão se revela complexo e, principalmente, tem o poder de desestruturar todos os processos administrativos. Isso ocorre, entre outros motivos, por comprometer seriamente toda a gestão financeira do negócio. Quando os valores não faturados (a glosa) são baixos, o gestor pode até ter a ilusão de que a situação está sob controle. Entretanto, quando o assunto é gestão financeira, os detalhes são muito importantes. É impossível ter o controle financeiro do centro radiológico quando informações sobre o faturamento não são precisas. Por isso, aos gestores que buscam implementar o conceito de gestão eficiente, o caminho está no conhecimento. É imprescindível saber qual é a origem das glosas e, com isso, criar estratégias de como evitá-las.

A origem

O roteiro clássico do problema é o seguinte: o paciente passa por atendimento, ou realiza os procedimentos e exames solicitados, mas os valores referentes a esses serviços não são pagos pelo convênio. Ou, do ponto de vista administrativo, quando as informações que a clínica emite sobre os serviços prestados não são as mesmas do banco de dados do convênio, por menores que sejam as divergências, o pagamento não é realizado. As glosas, dependendo de sua origem, podem ser classificadas como técnicas ou administrativas. As últimas são as mais comuns nos centros radiológicos. Esse tipo de glosa é fruto do descuido na execução dos procedimentos considerados de rotina. Dentro das causas administrativas, as mais frequentes são: erros de digitação (principalmente em nomes de pacientes, indicadores e/ou procedimentos), divergência de valores (quando o que foi cobrado não está de acordo com o que foi estipulado contratualmente), preenchimento incorreto ou incompleto de guias de autorização e ausência de autorizações da operadora.

Como evitá-las

Dentro da gestão, tudo começa com conhecimento. A eficiência dos processos administrativos é proporcional ao nível de conhecimento que os gestores possuem sobre o negócio. E, quando o assunto é glosa, tudo começa com dois questionamentos: baixos índices sinalizam uma boa gestão? Como o problema está sendo administrado? Saiba: nem sempre a baixa ocorrência das glosas significa gestão eficiente. Por outro lado, toda glosa necessita de uma ação, principalmente as de caráter preventivo. Por isso, confira 5 dicas para evitar ou contornar o problema: Identifique a origem: cada centro radiológico tem suas particularidades. Por isso, cabe ao gestor identificar as origens das glosas e estabelecer quais são as medidas possíveis para contorná-las. Cheque informações: número de matrícula do conveniado e datas de faturamento são dados que precisam ser preenchidos com atenção. Digitalização e automatização de processos: uma as formas de aumentar a segurança dessas informações é apostar em sistemas de gestão automatizados. Sistemas integrados: quer reduzir o índice de glosas? Atue com um sistema integrado à operadora do convênio. Com a tecnologia isso não só é possível, como é fundamental. Estabeleça metas de redução: uma gestão financeira eficiente é feita de indicadores. Depois de identificada a origem do problema, estabeleça metas para reduzi-lo. Quase todas as dicas anteriores convergem para a tecnologia. Atualmente, sistemas de gestão eficiente informatizados conseguem reduzir o índice de glosas em centros radiológicos, além de proporcionar outros ganhos. Com o uso, por exemplo, de softwares focados em gestão, é possível, entre outras ações, configurar o preenchimento de guias seguindo as configurações de cada convênio. Além disso, esses sistemas também atuam de forma integrada com as operadoras dos principais convênios. Com essa estratégia também é possível ‘atacar’ a glosa por outra frente, com a autorização prévia do atendimento. Essa integração, além de agilizar o agendamento do paciente, possibilita a verificação da validade de inscrição e disponibilidade de cobertura. Desse modo, a ocorrência de informações divergentes diminui consideravelmente. A CDT Software possui um dos mais completos software para gestão, o Server Odonto. Clique aqui e conheça as funcionalidades e recursos exclusivos desse produto.     

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Artigo Científico

Interpretação tomográfica de TCFC: a importância dos achados acidentais

Por: Bruno Correa de Azevedo DDS MSDiplomate American Board of Oral and Maxillofacial RadiologyDirector - Radiology and Imaging Science University of Lousville School of Dentristry 

A tomografia computadorizada por feixe cônico (TCFC) tornou-se uma das ferramentas mais importantes no espectro de imagens diagnósticas em odontologia. TCFC é agora o exame de excelência em várias especialidades como implantodontia, endodontia, ortodontia, cirurgia, assim como em diagnóstico de patologias, entre outros. Há um mercado crescente devido ao aumento do número de profissionais de odontologia que adotam imagens tomográficas como base antes dos procedimentos dentários. Hoje é comum escutar de colegas que usam as tomografias de feixe cônico a seguinte frase:  "Eu posso ver e diagnosticar muito mais com tomografia." Existem várias publicações que fornecem diretrizes clinicas baseadas em evidências sobre as aplicações desta modalidade de imagem em odontologia. Pequenos e médios volumes do complexo oral e maxilo-facial adquiridos em alta resolução fornecem capacidade diagnósticas superiores em comparação com a imagem 2D convencional em várias situações clínicas. Estes incluem a exibição de estruturas anatômicas-chave e sua relação com a dentição, visualização da morfologia dentária sem sobreposição, avaliação do dente e degenerescência óssea, planejamento cirúrgico e avaliação do resultado de terapias. É por isso que eu uso o software Evol da CDT. Ele me ajuda a maximizar o diagnóstico de imagem devido a uma variedade de ferramentas que permite a fácil manipulação e melhoramento de imagens de varreduras TCFC.  A TCFC sem dúvida nos proporcionou um grande poder em imagens diagnósticas. Com este poder vem uma grande responsabilidade de interpretar os volumes 3D corretamente e na íntegra.

Não há controvérsia na prática odontológica sobre a responsabilidade de dentistas na interpretação de todos os resultados radiográficos em 2D de radiografias da prática odontológica. No entanto, para um radiologista que adquire uma varredura TCFC, alguns têm questionado quem é responsável pela interpretação e responsabilidades legais em relação dos achados incidentais fora da intenção do exame. A resposta é simples. Assim como para a imagem 2D, um clínico que adquire ou interage com o volume TCFC (mesmo que adquirido em um centro de imagens) é responsável pela interpretação do volume adquirido ou fornecido. Alguns colegas estão com a percepção errônea de que eles são apenas responsáveis pela interpretação intencional do volume. A responsabilidade pela interpretação de exames radiológicos não é dependente da tecnologia. Os clínicos são responsáveis por todas as informações dentro da radiografia 2D e/ou volume TCFC, independentemente da intenção do exame. A radiologia oral e maxilo-facial é uma especialidade reconhecida em odontologia. Como as imagens de TCFC tornaram-se mais popular, aprender a interagir com os dados para reconhecer os achados INCIDENTAIS, ou seja, os achados não relacionados com a intenção original da aquisição do exame, torna-se imperativo. Os achados incidentais são mais identificáveis em imagens 3D do que em radiografias 2D.

A responsabilidade de identificar resultados incidentais em volumes TCFC não deve ser baseada no medo de responsabilidade e negligência. É no melhor interesse do paciente, bem como o provedor de reconhecer os achados incidentais como muitos têm o potencial para mudar um plano de tratamento. Desenvolver um método sistemático e reproduzível para analisar volumes pode melhorar a produtividade e melhorar o tempo de interpretação diagnóstica. O software Evol tem muitas ferramentas para maximizar a interpretação e minimizar o tempo de interpretação TCFC. Depois de uma imagem é adquirida o software Evol é a minha escolha para ajuste e navegação nos dados.   É imperativo que os radiologistas relatem todas as suas descobertas de interpretação (primária e incidental) no relatório do paciente. Esta é apenas a primeira etapa da interpretação radiológica, que é reconhecer normal versus variação anatômica e patologia. Em segundo lugar, o diagnóstico diferencial para tais achados incidentais. É importante lembrar que o acesso a esta tecnologia de imagem não se traduz em proficiência clínica. Muitos autores têm demonstrado que inúmeros resultados incidentais ocorrem fora da área de interesse e salientam a importância de aprender a rever sistematicamente uma varredura TCFC. Um estudo recente que compara a detecção de descobertas incidentais em varreduras TCFC adquiridas para fins endodônticos e demonstrou que os radiologistas orais e maxilo-faciais podem observar 50 por cento mais resultados incidentais do que clínicos.  Independentemente do tomógrafo que você usa, "seus olhos só podem ver o que seu cérebro sabe."

Resultados incidentais usando o software Evol: Este é um paciente masculino de 48 anos de idade e foi encaminhado para a clínica de Radiologia oral e maxilo-facial na Universidade de Louisville para uma aquisição de tomografia de feixe cônico da face para planejamento de implante. Uma tomografia da maxila foi adquirida para avaliação do dente 21 e dos dois seios maxilares. Durante a interpretação do exame foi notado uma área ovalada, multilocular grande, bem definida, corticalizada na região retroclival prepontine. Este achado é fortemente consistente com Ecchordosis Physaliphora. Ecchordosis physaliphora é uma lesão hamartomatosa benigna congênita e pode ser encontrada em qualquer lugar da base do crânio ao osso sacrum.  Também notei um forame jugular assimétrico no lado direito. Note que as margens são corticalizadas e não há sinais ou erosão / padrão mordida de traça. O aumento do forame jugular tornando-o assimétrico é fortemente consistente com Bulbo Jugular Alto.  Esta variante anatômica ocorre mais comumente do lado direito. Há uma grande e fina espora óssea decorrente da parede lateral esquerda do septo nasal estendendo todo o caminho até a parede lateral esquerda da cavidade nasal.

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